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fevereiro 28, 2009


Já dizia Newton que "para cada ação há sempre uma reação, oposta e de mesma intensidade"...

Mais uma vez o vereador Paulinho Carvalho se destaca de forma negativa no cenário Teresopolitano. Paulinho, que também é apresentador de TV, se referiu, segundo os artistas, de forma desrespeitosa a classe em seu programa, ao desqualificar os músicos que participaram dos eventos do Carnaval.
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No dia seguinte, veio a reação. Wenderson Rosa, líder da Banda Expressão Brasil, defendeu a classe artística diante de um público de cerca de 15 mil pessoas.

"Por ser vereador, ele deveria ter mais responsabilidade com o que fala..." - disparou, indignado, o músico com mais de 20 anos de estrada. Assista o vídeo que mostra o trecho do show da Banda Expresão Brasil onde Wenderson mostrou a sua indignação:
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O cantor não é o único a cobrar uma postura diferente do Legislativo Municipal que vem se destacando pela forma quase sempre "inadequada" de suas atitudes. Dias antes do ocorrido, Paulinho, logo após a sessão da Câmara, ensaiou um striptease, ao vivo, pela TV. "Ainda bem que o Habib não viu!" - lembrou o edil, também apresentador. A imprensa Teresopolitana, atenta, já se prepara para cobrar dos responsáveis (leia-se Dr. Habib, Presidente da Câmara) uma atitude que faça com que o Paulinho comece a agir dentro das normas de ética e respeito com o Teresopolitano, que deveriam ser premissas de todo o legislador que se auto denomina defensor do povo. Diante da irresponsabilidade do apresentador e edil, outra ação também será direcionada aos "seus superiores". A RCA, empresa de TV a Cabo, novamente será cobrada pela conivência com as imagens de Teresopolitanos mortos que são exibidos pela TV Brasil a troco da famigerada e irresponsável audiência da citada emissora.

Teresópolis vem assistindo ano após ano a prática da extorsão. Extorsão é a prática de se conseguir dinheiro ou quaisquer outros bens de uma pessoa que tem problemas ou negócios que não podem ser conhecidos por mais ninguém. Bandidos, que nem da cidade são, aproveitam-se de grandes empresários Teresopolitanos, obrigando-os a pagar a quantia pedida pela quadrilha. Todos sabem de quem estamos falando e é fácil prever o destino dessa gente haja visto que eles mesmos temem por andar sozinhos, até mesmo durante o dia, já prevendo o destino que lhes é de direito.

OBJETOS JURÍDICOS

A extorsão constitui, primeiramente, crime contra o "patrimônio", portanto, tutela-se sobretudo a "inviolabilidade patrimonial". Secundariamente, objetiva-se a tutela à vida, a integridade física, a tranqüilidade e a liberdade pessoal. É que, assim como no crime de roubo, a ofensa à pessoa é o meio executório para o auferimento da vantagem patrimonial (objetivo final). Trata-se de crime complexo e portanto, cabe sim o título de bandido a todo aquele que se vale de tais métodos para sobreviver.
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Fato:

Não adianta tratarmos tais elementos tão nocivos a sociedade apenas na esfera jurídica. Membros do crime organizado, para eles não faltam bons advogados para livra-los dos camburões da vida. Há quem defenda na própria Polícia que, nesses casos, cabe um diálogo a altura, um "carinho militar" ou outro artifício que os faça entender que tudo que se planta há de se colher. No Chile, crimes menores que esse são tratados de maneira bem mais contundente que aqui no Brasil. Veja um exemplo no vídeo abaixo onde um falsificador de documentos foi preso pela Polícia Chilena e levado para um centro de "reabilitação" do governo, teve que passar por uma sessão de conscientização um tanto quanto ardida:
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Na falta de uma justiça que mantenha essa corja na cadeia, usar tais métodos por aqui, até que não seria de todo mal.
Sabendo que o BADARTS é acessado por quem pode nos livrar dessa corja, segue a pergunta do dia:
Até quando o Teresopolitano de bem terá que conviver com esses bandidos?

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